domingo, 24 de junho de 2012

Ambientalistas, ativistas e cientistas protocolam carta aos chefes de Estado em que manifestam decepção com o resultado das negociações


 O Projete irá publicar uma série de artigos de análise, manifestos, opiniões sobre a Rio+20. Este é o primeiro. Participe. Envie seu artigo.
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Fonte:Vitae Civilis
Um grupo de indivíduos com atuação destacada no campo do desenvolvimento sustentável protocolou nesta quinta-feira (21), na cúpula de alto nível da Rio+20, uma carta de repúdio à versão atual da declaração “O Futuro que Queremos”. O texto, negociado por diplomatas na fase preparatória, deve ser aprovado pelos Chefes de Estado e de Governo sem maiores modificações.
Entre as personalidades que subscrevem a carta estão o cientista americano Thomas Lovejoy, que introduziu o conceito de “diversidade biológica” no mundo acadêmico, os ex-ministros brasileiros Marina Silva e José Goldemberg, o ambientalista Fabien Cousteau, o cacique Raoni Metuktire e a ativista canadense Severn Suzuki, conhecida pelo discurso na conferência Rio-92 quando tinha apenas 12 anos.
Para os signatários, a declaração atual é fraca, está “muito aquém da importância e da urgência dos temas abordados” e “não assegura resultados concretos”.
Veja o que disseram alguns representantes do grupo, em evento de divulgação no Riocentro, e, logo abaixo, a carta na íntegra com a lista atualizada de assinaturas até a noite de quinta-feira.
Kumi Naidoo, diretor-executivo do Greenpeace Internacional: “Infelizmente a Rio+20 está se tornando a ‘Riomenos20’. Claramente este documento carece de ambição, de visão e é uma demonstração da inabilidade dos negociadores e governos de irem além das agendas nacionais e de seus próprios interesses”.
Sharan Burrow, secretária-geral da International Trade Union Confederation: “A falta de coragem dos chefes deEstado que chegaram aqui e concordaram com um texto fechado sobre o qual não discutiram uma linha é um choque para nós. Vir até aqui para não fazer nada é um enorme desperdício. Palavras não são suficientes. Um processo sem metas, datas e inclusão da sociedade é inadmissível”.
Severn Suzuki, ativista canadense: “Vinte anos atrás eu estive aqui neste mesmo lugar. Estive aqui porque acreditei que estaria falando com lideres que podiam mudar o mundo. Passei os últimos 20 anos trabalhando de boa fé. E agora volto ao Riocentro. Todo mundo sabe: nós falhamos no esforço de conseguir uma transformação sustentável. Mas podemos reconhecer que é um momento histórico. O que significa quando lideres mundiais se juntam e não podem trabalhar para o bem da humanidade? Membros da imprensa e da sociedade aqui presente: vamos devolver ao resto do mundo uma mensagem de que nós temos uma falha em nosso sistema de governança mundial. Não sou mais jovem, mas sou mãe como muitas de vocês e como vocês eu farei qualquer coisa para que meus filhos tenham o futuro que eles querem”.
Camilla Toulmin, economista e diretora do IIED: “É alarmante encontrarmos um documento sem metas, sem ação, sem datas. Nenhuma menção a um planeta que tem limites e que temos de encontrar maneiras de compartilhar esses recursos. Fico imaginando de que planeta esses negociadores vem. Eles parecem estar em outra realidade. Temos um grande desafio pela frente com cidades, água, energia. Mas todas essas discussões foram postergadas para outro momento”.
Luís Flores, Consumers International – “Este documento foi negociado por muito tempo, inclusive com reuniões de emergência em Nova York. E finalmente no dia 15 de junho só se tinha acordado um terço do texto. Passamos um ano para negociar um terço e dois dias para negociar o resto”.
Pedro Telles, do Vitae Civilis: “A juventude que está aqui continuará unida e agindo. Não vamos desistir. Não vamos perder a esperança. Vamos continuar juntos e esperamos que esses líderes e negociadores se juntem a nós por mudanças concretas”.
Wael Hmaidan, diretor da Climate Action Network: “Sabíamos antes de chegar qual era o estado da vontade política. Não tínhamos esperança para muito mais. Mas não esperávamos que tentassem vender lixo como sucesso. Vontade política nova é criada na rua. Vontade política nova é criada quando falamos com o coração. Eu venho da região árabe e uma coisa que a Primavera Árabe nos ensinou é que persistência faz a diferença. No Egito, o movimento tentou durante anos, quase desistiu, mas a persistência ganhou a revolução quando o ponto de ruptura foi atingido. Então vamos para casa usar nossa raiva, falar com o coração e atingir o povo.

Carta 'A Rio+20 que não queremos':

O futuro que queremos não passa pelo documento que carrega este nome, resultante do processo de negociação da Rio+20.
O futuro que queremos tem compromisso e ação - e não só promessas. Tem a urgência necessária para reverter as crises social, ambiental e econômica e não postergação. Tem cooperação e sintonia com a sociedade e seus anseios - e não apenas as cômodas posições de governos.
Nada disso se encontra nos 283 parágrafos do documento oficial que deverá ser o legado desta conferência. O documento intitulado O Futuro que Queremos é fraco e está muito aquém do espírito e dos avanços conquistados nestes últimos 20 anos, desde a Rio-92. Está muito aquém, ainda, da importância e da urgência dos temas abordados, pois simplesmente lançar uma frágil e genérica agenda de futuras negociações não assegura resultados concretos.
A Rio+20 passará para a história como uma conferência da ONU que ofereceu à sociedade mundial um texto marcado por graves omissões que comprometem a preservação e a capacidade de recuperação socioambiental do planeta, bem como a garantia, às atuais e futuras gerações, de direitos humanos adquiridos.
Por tudo isso, registramos nossa profunda decepção com os chefes de Estado, pois foi sob suas ordens e orientações que trabalharam os negociadores - e esclarecemos que a sociedade civil não compactua nem subscreve esse documento.


terça-feira, 5 de junho de 2012

Artigo de opinião - Dia do Meio Ambiente (2012)




Ecos da ecologia
Por Christina Maria Pedrazza Sêga (FAC/UnB)

http://www.unb.br/noticias/unbagencia/artigo.php?id=541

Muitos poetas, escritores brasileiros e estrangeiros enalteceram a natureza, o planeta Terra, com sua flora, fauna, rios e oceanos; enfim, a tão aclamada ecologia. A exaltação ecológica, na literatura brasileira, remonta aos primeiros escritores que viveram em solo brasileiro. Muito se falava da nossa vegetação, dos animais aqui encontrados, das riquezas naturais e dos sabores da culinária nativa.

A carta de Pero Vaz de Caminha escrita ao rei de Portugal, Dom Manuel, inaugura a história da crônica jornalística no Brasil, incluindo temas ambientais. Nela, Caminha menciona a descoberta de uma terra fértil, verde, rica e bela chamada Paul Brasil. No entanto, somente a partir do evento Rio-92, também conhecido por Eco-92, que algumas faculdades brasileiras de comunicação, com habilitação em jornalismo, resolveram criar suas pós-graduações em jornalismo ambiental.

Da mesma forma que o jornalismo, a propaganda brasileira não se esqueceu do tema da ecologia. Resgatando um pouco da história, em 1567, Pero de Magalhães Gândavo esboça a primeira propaganda ecológica brasileira em seu “Tratado da Terra do Brasil”, anunciando todas as características referenciais do produto chamado “Brasil”,  por meio da linguagem informativa e descritiva. Até então, não se falava em “publicidade”, apenas “propaganda”, por não haver naquela época os meios de comunicação de massa, responsáveis pela divulgação de um produto com fins lucrativos. De certa forma, Gândavo apenas sustentou o que Caminha constatou e anunciou primeiro. Será que teria nascido o  primeiro plágio da propaganda brasileira?

O consagrado poeta brasileiro, Antônio Gonçalves Dias, pode ser considerado “criador da literatura ecológica”. Autor de vários poemas nacionalistas, é também precursor da poesia indianista e ao mesmo tempo romântica da nossa literatura. Seu mais conhecido poema “Canção do Exílio”,  é o marco da poesia ecológica brasileira. O primeiro verso de tal poema, “minha terra tem palmeiras”, está firmemente gravado na memória de estudante, que um dia fomos, de tal forma que nos serve de referência nacionalista, ambiental e pode ser reutilizada não só como título de um texto mas como slogan de partido político, de veleidades ideológicas e até mesmo de anúncio publicitário de um “resort” ou de um pacote turístico, ainda mais agora que  nosso país está muito bem-visto  lá fora.

Vinte anos depois do marcante encontro mundial sobre meio-ambiente, realizado no Rio de Janeiro, em 1992, conhecido como Rio-92 ou Eco-92, o próximo evento Rio+20 vai enfatizar as propostas de sustentabilidade para o planeta como economia e reutilização da água, energia, preservação ambiental, despoluição e preocupação com ser humano de forma global. Os assuntos principais que serão abordados no Rio+20 tratam da preocupação em erigir uma economia “verde”, retirando as pessoas do mundo inteiro do mais baixo índice de pobreza, para dar-lhes o mínimo de civilidade ou cidadania e dignidade humana.

Parece um tanto displicente que a maior preocupação com a sustentabilidade no Brasil, de alguns estabelecimentos comerciais, está em abolir as sacolas plásticas nos supermercados diante de tantas outras medidas mais urgentes. A maior metrópole brasileira já o fez. Interessante ressaltar, que no ano 2000, Lisboa e outras cidades europeias já aplicavam essa regra em pequenos estabelecimentos comerciais, como mercearias, por exemplo. Doze anos depois, essa atitude continua firme na preocupação lusitana com a sustentabilidade ambiental, mesmo sofrendo com as adversidades da crise econômica mundial.

Destaque no cenário internacional, o Brasil precisa se preocupar com outras questões mais emergenciais como investir em infraestrutura, ampliar o acesso à educação e saúde, aumentar a segurança pública e evitar a corrupção e o combate ostensivo às drogas como crack e outras que estão entrando no país de forma ilícita, além das que entram de forma lícita por não estarem ainda catalogadas pela Anvisa.

Se já não acontece o mesmo com a atual poesia brasileira como nos tempos de Gonçalves Dias, com a publicidade atual isso faz toda a diferença quando se pensa em conquistar novos consumidores e consolidar marcas. Produtos e marcas distintas de produtos variados recorrem à produção e venda consciente, ao mesmo tempo em que procuram educar e persuadir seus consumidores a se preocuparem, não só com o que consomem, mas como os consomem e como os descartam para o lixo. Reciclagem é a palavra-chave. Sabemos pela nossa experiência de educadores e pais que educar não é tarefa fácil. O papel da mídia em restaurar a cidadania tão proclamada pela civilização grega, marco de civilidade no mundo ocidental, está surtindo efeito, mesmo que aos poucos, fazendo com que os cidadãos, de uma forma geral, tenham mais responsabilidade social pelo nosso planeta que recebe um enorme peso por se chamar Terra.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Projeto Azu, SP, experiência de arte em espaço público

Acabei de assistir uma reportagem sobre o Projeto Azu, coletivo de artistas, atuante na periferia urbana de São Paulo.
Trocando em miúdos, os artistas revitalizam áreas públicas (calçadas, escadas, praças) com aplicação de azulejos pintados a mão. Da pintura de azulejos, o projeto acaba trazendo à tona outros temas relacionados a inclusão social.

Vale conhecer. Fiquei pensando como poderia ser interessante levar algo desta proposta para as atividades de 'comunicação comunitária', Rádio Dissonante e afins em Planaltina, por exemplo. Uma ideia.

Um pouco sobre  Projeto Azu:

"O PROJETO AZU é um coletivo de articuladores, artesões e artistas, da região leste de São Paulo atuamos na comunidade Vila Nossa Senhora Aparecida, em Ermelino Matarazzo, o grupo fundado no início de 2008, visa contribuir com o desenvolvimento sociocultural local, utilizando a arte como meio de reflexão sobre o espaço público urbano, sendo transporte para novas perspectivas de inclusão social para a juventude do bairro e buscando desenvolvimento econômico e sustentável da comunidade artística das periferia.

Endereço web do Projeto:  www.projetoazu.com.br

Gente, o encontro da arte com a necessidade social é um momento ímpar.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Rio que abastece parte de Aracaju (SE) está contaminado com herbicidas


Segundo pesquisadores, fonte de contaminação são produtos químicos utilizados na cana-de-açúcar cultivada na área de recarga do rio Poxim
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Agência Notisa – Cerca de 27% do abastecimento de água da cidade de Aracaju (SE) é proveniente da sub-bacia do rio Poxim. Pesquisadores da Universidade Federal do Sergipe (UFS), da USP e da Embrapa alertam, em um estudo publicado na edição de abril/junho deste ano da Revista Ciência Agronômica, que as áreas de recarga desse rio já não são mais ocupadas por vegetação nativa. A atividade agropecuária, em especial o cultivo de cana-de-açúcar, está se expandindo na região. Como consequência, o uso de herbicidas na cultura da cana pode resultar na contaminação da água.

 Na pesquisa “Herbicidas no alto rio Poxim, Sergipe e os riscos de contaminação dos recursos hídricos", Fábio Brandão Britto, do programa de pós-graduação em Agroecossitema/NEREN/UFS, e colegas avaliaram o risco de contaminação de águas superficiais e subterrâneas por herbicidas no alto da sub-bacia do rio Poxim. Eles avaliaram ainda a presença dos herbicidas diuron e ametrina à montante das plantações de cana-de-açúcar.

Segundo o artigo, os autores fizeram um monitoramento bimensal de julho de 2009 a julho de 2010, em dois pontos de amostragem. A partir da análise da água, eles constataram a presença dos dois herbicidas no rio.


"A qualidade da água na Sub-bacia do Rio Poxim está sendo influenciada pelo uso de herbicidas na região", concluem os pesquisadores na publicação. Eles observaram concentrações de diuron e ametrina acima dos padrões internacionais para água destinada ao consumo humano no rio Poxim-Mirim.


Para ver o artigo na íntegra, acesse: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806-66902012000200024&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt#top.


Agência Notisa (science journalism – jornalismo científico)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A solução da crise ambiental é responsabilidade de todos nós (Artigo de Opinião)

 A solução da crise ambiental é responsabilidade de todos nós

Por Elimar Pinheiro do Nascimento
http://www.unb.br/noticias/unbagencia/artigo.php?id=483

A crise ambiental é hoje um lugar comum, com ampla aceitação nos meios acadêmico, político e jornalístico. A consciência das implicações do modelo econômico, que criamos entre os sécuos XIX e XX, nasceu como percepção dos seus limites, desde meados do século passado, e se desenvolveu ao longo de sua segunda metade por meio de um conjunto variado de estudos e publicações (Meadows, Georgescu-Roegen, Herman Daly, Diamond, Lovelock, Latouche, entre dezenas de outros). Hoje ganha espaços, adeptos e contornos inimagináveis há uma década. Recentemente André Lara Rezende, por exemplo, escreveu sobre os limites naturais do modelo econômico, no jornal Valor.

Fukuyama, por sua vez, deu recentemente uma entrevista ao jornal Spiegel, denunciando as enormes desiguadades sociais que o sistema cria. A crise ambiental se mistura com outras, particularmente a atual crise econômica, cujas dimensões ainda não temos claro. No final do mês passadao, a Organização das Nações Unidas publicou um documento (Resilient people, resilient planet) que torna o famoso relatório Brundtland, de 1987, uma coisa de criança, em relação a gravidade dos riscos que sofremos atualmente.

No entanto, salvo se acreditarmos na vocação suicida da humanidade, não se compreende com clareza as razões do desenconto entre as percepções da crise e as medidas tomadas para superá-la. Podem-se levantar hipóteses. Uma delas, e certamente não a mais importante, encontra-se na contradição entre a lógica governamental e a natureza do problema ambiental.

O governo, assim como parte de nossa organização científica, se faz por setores. Divide a realidade em pedaços: educação, saúde, infra-estrutura, agricultura, comércio etc. E pior, a organização setorial é absolutamente compartimentada. O que faz com que cada setor não converse com outro. Cada ministério guarda suas informações, e dificilmente passa a outros. Afinal, informação é poder.

Ora, qualquer problema ambiental não se resolve setorialmente. A qualidade e a quantidade dos recursos hídricos para o abastecimento humano não depende apenas da conservação de suas fontes, mas também da conservação dos leitos, do sistema de saneamento, dos tipos de irrigação, entre outros. A conservação das florestas não depende apenas do conhecimento biológico, mas das medidas econômicas e sociais. Depende não apenas da fiscalização, mas da política de crédito, da política fiscal, da rede de transporte, da gestão das florestas e da consciência ambiental da população local e urbana, nacional e internacional.

Por isso, as questões de meio ambiente e com ela, as do desenvolvimento sustentável, não podem ser tratadas ou ser responsabilidade de um ministério ou de uma agência. Elas têm que ser responsabilidade de diversos ministérios e agências. Não teremos uma boa utilização da biodiversidade e suas riquezas se não houver investimento em ciência e tecnologia (para fomentar pesquisa), educação (para formar cientistas), transporte (rede de transporte inteligente), agricultura e pecuária (limitada a determinados espaços), na expansão do crédito e na política fiscal (para estimular as atividades inovadoras), entre outros.

O que significa, em termos governamentais que não poderemos enfrentar os problemas ambientais e de desenvolvimento sustentável se os Ministérios de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, Educação, Agricultura e Transportes e Fazenda, não conversarem. Afinal, as dificuldades são diversas mas, sobretudo, intragovernamentais, com pouca interlocução entre os vários setores, em particular aqueles responsáveis por maiores impactos ambientais.

É verdade que esta interlocução não é favorecida por cobranças societais. Neste último aspecto há de se referir a pouca legitimidade que as questões ambientais ocupam no âmbito da sociedade brasileira, mais preocupada em crescer economicamente, gerar emprego e renda, melhorar sua qualidade de vida com ampliação de acesso aos direitos sociais, ganhar competitividade no parque produtivo e melhorar a inserção na economia mundial.

Todos interesses sobejamente reconhecidos como legítimos, mas que no mais das vezes são definidos em termos excessivamente imediatistas, sem preocupação com as condições naturais onde nos inserimos e das quais dependemos. Sem atentar devidamente às mudanças em curso no mundo, quanto às restrições crescentes dos recursos naturais e ao processo de criação de uma sociedade do conhecimento, em que as exigências de consumo aumentam e as definições de qualidade de vida se transformam.

A imagem do meio ambiente na sociedade brasileira ainda é ambígua, senão negativa, resultado da abundância dos recursos naturais que detemos e da arrogância própria à modernidade. Por sua vez, a imagem dos que se ocupam do meio ambiente é a de dificultadores do progresso. Em resumo: as questões ambientais são vistas como problemas, e não como partes importantes das soluções inovadoras que o mundo conhece atualmente.

Elimar Nascimento, professor associado do Centro de Desenvolvimento Sustentável da UnB

sábado, 7 de janeiro de 2012

Chuvas e seca castigam Brasil no início de 2012

Fonte:
http://br.noticias.yahoo.com/chuvas-seca-castigam-brasil-in%C3%ADcio-ano-163258452.html


"O Brasil enfrenta nestes últimos dias extremos opostos do clima: chuvas intensas que já fizeram 13 mortos, cidades inundadas e milhares de pessoas evacuadas na região sudeste, enquanto uma longa seca arruína parte da produção de soja no sul do país.

A temporada de chuvas, que começou no final de outubro, intensificou-se na última semana e deixou morte e destruição nos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Em Minas Gerais, 12 pessoas morreram e mais de 11.900 foram evacuadas por causa dos temporais, segundo um balanço divulgado pela Defesa Civil neste sábado.

Até o momento, 103 municípios declararam estado de emergência. "O solo já está totalmente saturado, o risco de deslizamento é muito alto, independente do volume de chuva", alertou a Defesa Civil.
O Rio de Janeiro também está em alerta máximo. As chuvas fizeram uma morte e mais de 26.000 desabrigados.

Uma das áreas mais afetadas é Três Vendas, que ficou completamente submersa depois da ruptura de um dique. Seus quase 4.000 habitantes receberam ordem para evacuar.

"Quinhentas famílias já foram desalojadas. Estamos nos esforçando para retirar mais
500 que estão presas em terraços e telhados das casas. O nível da água não vai baixar em menos de 30 dias", disse à AFP o coronel Moacir Pires, coordenador das operações da Defesa Civil.

Enquanto o sudeste do Brasil sofre com as chuvas, o sul não suporta mais o calor e a seca.
Os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, principais produtores de soja, contabilizam milhares de hectares de soja e trigo arruinados pelas temperaturas elevadas e a falta de precipitações, que já completam dois meses.

As perdas por causa da seca já equivalem a mais de 1 bilhão de dólares. Cerca de 860.000 pessoas estão sendo afetadas, segundo a agência de notícias estatal.

"O Rio Grande do Sul perderá 25% de sua produção de soja", calculou a empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural citada pela Agência Brasil.

A estiagem pode se estender até maio, de acordo com meteorologistas, por isso, as autoridades avaliam seu impacto sobre a próxima colheita de grãos.

O governo da presidente Dilma Rousseff, que por causa das condições do tempo deve interromper suas férias, começou a liberar milhões de reais para resolver a situação.

Em meio à emergência, o ministro da Integração, Fernando Bezerra, é questionado pela imprensa por favorecer seu estado com maiores recursos para a prevenção de desastres."

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Estudantes Comunicação UnB homenageiam amiga vítima de acidente de trânsito

Alto número de acidentes em curto intervalo de tempo ocorreu em Brasília. A violência no trânsito causou, somente no sábado passado, quatro mortes. Na última terça-feira, por exemplo, um homem morreu em colisão na BR-020, via que registra, até agora, 20 acidentes fatais no semestre.

Um dos acidentes do sábado (04), na Ponte do Bragueto, foi responsável pela morte de Laís Pimenta (21), estudante de Publicidade e Propaganda da Universidade de Brasília (UnB). O contratempo aconteceu no Km 1 da DF-007, em colisão com outro carro. Amigos da estudante organizam, nesta quinta-feira, 8 de dezembro, uma homenagem para a missa de sétimo dia, no Oratório do Soldado, no Setor Militar Urbano.

Laís participava da empresa júnior de Publicidade da UnB, a Doisnovemeia Publicidade. Para a missa de sétimo dia da estudante, a empresa preparou camisetas para 70 pessoas (veja arte em anexo). Rafael Coelho, do 6º semestre e colega de trabalho de Laís, escreveu um poema em razão do acidente. Junto ao texto, a camiseta estampará a jovem, em uma ilustração feita por Rafael e pelo aluno Vinícius Chozo, do 3º semestre.

A empresa modificou seu logotipo temporariamente. Desde segunda-feira, uma imagem de pimenta, referência ao sobrenome da falecida, faz parte da identidade visual da agência (veja imagem em anexo). A nova logo está impressa na porta da Doisnovemeia. Entretanto, tal homenagem não foi o suficiente. “A ideia é usar a camiseta na missa, além de ser uma forma de homenageá-la em outros momentos”, diz Juliana Souza, aluna do 5º semestre. A iniciativa também será uma maneira de pedir pela paz no trânsito.

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Contato:
Mirella Pessoa, amiga da estudante –
Juliana Souza, organizadora da homenagem –

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Um pouco sobre uma grande pessoa: Laís

Crônica

                                                                         Por Dione Moura,
                                                                         docente FAC e coordenadora Projete

Em novembro de 2010, no encerramento da Oficina do Projete, realizada na Semana de Boas Vindas aos Calouros, reunimos a equipe do Projete, do qual fez parte Laís Pimenta, a primeira à esquerda, de blusa branca e bolsa lilás (foto). 

Ao final da tarde, plantamos 5 mudas de ipês - amarelos e brancos - na entrada do ICC Norte, ao lado da FAC. Laís, muito atuante, foi uma das extensionistas que planejou e organizou a Oficina. 


 Olhos brilhantes e sinceros,sorriso contagiante, Laís sempre foi uma das primeiras a responder quando pedíamos uma providência, uma solução, uma atitude. Neste evento, também lançamos a campanha de coleta de livros. A campanha de coleta de livros,neste momento, arrecadou mais de 300 livros. Os livros serão distribuídos, no mês de dezembro 2011, entre o projeto Universitários Visitam a Escola (livros de ensino fundamental) e outro projeto no Cariri, sertão nordestino (livros de ensino médio).

A atuação de Laís, ao lado dos demais extensionistas e colaboradores que estão na foto (Felipe Ramos, Iasminny Cruz, Mirella Pessoa, Bárbara Cruz, Dione Moura; Luana Richter, João Paulo Mariano, Juliana Souza, Marina Helena Rocha, Mónica Piñeda, Vivian Oliveira e Patrícia Leal), além de outros que estavam presentes na Oficina, foi fundamental na montagem da oficina e em diversas outras atividades de sustentabilidade da FAC.

Estudante de Publicidade, Laís "vivia na FAC", como se diz. Nas juniores, sala de aula,Laboratório de Publicidade, sala de convivência e, como todos, virava noites de estudo para fazer o seu melhor. O que sempre conseguia.

Seu exemplo de civilidade, cortesia, empreendedorismo e alegria de viver serão para sempre uma referência para as gerações de estudantes, docentes e técnicos da FAC.

Sua história,Laís, nunca será esquecida.


domingo, 4 de dezembro de 2011

Laís


 As pessoas passam pelas nossas vidas, às vezes muito rapidamente, outras vezes,com maior intensidade.

Laís, Laís Pimenta, nossa amiga que partiu no último sábado, era uma pessoa de passar em nossas vidas com mais intensidade.

Um sorriso luminoso,um jeito maroto, delicado.

Sempre colaborativa, sempre a sorrir.

Laís,os que convivemos com você não te esqueceremos.

Siga seu caminho em luz.

abs da equipe Projete, meu, Dione Moura e de todos que te admiram.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

II Ciclo PET de Educação em Direitos Humanos

O Núcleo da Agenda Ambiental convida a todos os projetos a participarem de forma direta do II CICLO PET DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS. De modo que houvesse  uma parceria onde os projetos pudessem expor seus trabalhos e desenvolver oficinas principalmente no dia 03 de Dezembro (sábado) no hall do Auditório Dois Candangos-FE.

Para formalizar a parceria pedimos que entrem em contato com o Mateus(PET) Pelo e-mail: mateus_cumpadimateus@gmail.com
33072130

O encontro acontecerá entre os dia 1 e 3 de dezembro, na Faculdade de Educação da UnB (campus Darcy Ribeiro ) e no Centro Comunitário da Cidade Estrutural (CREAS).
 O encontro objetiva amplo diálogo entre os movimentos sociais da Estrutural-DF e a comunidade acadêmica acerca das discussões teóricas, das experiências e das lutas engajadas na defesa e na conquista dos direitos humanos, na perspectiva de um espaço de diálogo entre os diversos Grupos do Programa de Educação Tutorial da Universidade de Brasília (UnB), a comunidade acadêmica e a comunidade do entorno.




Programação da tarde do dia 03 de dezembro:
03/12 - 14h às 17h30
Programação Cultural (Grupos  de Dança e Grafite)
Local: Faculdade de Educação/UnB
Conferência de encerramento: Educação popular e direitos humanos: diálogos com Freire, a cargo do conferencista Carlos Rodrigues Brandão, professor da Unicamp, contemporâneo de Paulo Freire
Local: Auditório Dois Candangos (Faculdade de Educação/UnB) 18h.


Mais Informações : e-mail: peteducacao@gmail.com http://www.peteducacaounb.blogspot.com/



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Núcleo da Agenda Ambiental (NAA)
Decanato de Extensão (DEX/UnB)
http://www.naa.unb.br
http://naaunb.wordpress.com
Twitter: @naaunb
Tel.: (61) 3107-0321 ou 3107-0320
Fax: (61) 3107-0333

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Coleta Seletiva Solidária irá repassar papel coletado para cooperativas de catadores. Vamos participar?

 
Estamos apoiando a  profa Izabel Zanetti, na divulgação da Campanha de Coleta Seletiva da UnB:

A Campanha Coleta Seletiva Solidária começou nesta segunda (28/11) nos 4 campi da UnB, para ampliar o alcance dessa ação pedimos a colaboração de vocês. Conversem e mobilizem suas turmas para doar os papéis que não serão mais utilizados por eles.


                
O Grupo de Trabalho em Gestão Compartilhada de Resíduos Sólidos – GTRS inicia nesta segunda-feira (28/11/2011)  a Campanha Coleta Seletiva Solidária. A ação tem por objetivo sensibilizar para a produção e do consumo excessivo de resíduos sólidos, principalmente o papel, o resíduo mais produzido pela comunidade acadêmica da UnB.  Dentre outros fatores, o intuito é dar visibilidade para o caráter social que envolve a coleta seletiva e lhe confere a característica de solidária.  Isso porque inclui e valoriza o papel das cooperativas de catadores de materiais recicláveis no processo de gestão dos resíduos sólidos. A campanha visa justamente atentar para o papel socioambiental que desenvolvem esses trabalhadores, assim como, ressaltar a responsabilidade da comunidade acadêmica, enquanto consumidores, de fortalecer o processo de gestão socioambiental que vem se consolidando na UnB. Para tanto, serão organizados postos de coletas espalhados pelo campus, com faixas sinalizando os contêineres em que os lixos deverão ser depositados. Tais faixas serão colocadas na entrada do ICC Norte e Sul e na área de transbordo, localizada na prefeitura assim como nos outros campi da UnB - Gama, Ceilândia e Planaltina. A ação é coordenada pelo GTRS e resulta de sua articulação com parceiros internos e externos, tais como: NAA, VRT,PRC,CDT, AGEPLAN,SECOM, dentre outros.  É parte de amplo conjunto de ações integradas, desenvolvido pelo GTRS há mais de 3 anos na universidade, processo esse pautado em arranjos políticos e  num plano de educação ambiental que visa além de sensibilizar, mobilizar, formar e integrar diferentes atores que constroem a gestão dos resíduos sólidos.  
 
PARTICIPE, neste natal, doe o seu papel para os catadores!!!


domingo, 27 de novembro de 2011

Campanha Coleta Seletiva movimenta final de semestre nos campi UnB

O destino de resíduos sólidos ou líquidos é uma questão importante em qualquer empresa. Em um universidade pública federal não seria diferente - também é importante. Embora o tema seja relevante, pois envolve não só o destino do lixo, mas também aspectos de saúde pública e qualidade de vida, as soluções são de longo prazo.

De longo prazo mas precisam ser construídas no cotidiano.

E é exatamente para chamar a atenção de todos para a questão da Coleta Seletiva nos campi UnB, que o Núcleo da Agenda Ambiental-DEX UnB, em ação conjunta com o GT de resíduos sólidos, irá lançar uma campanha de mobilização pela coleta seletiva.

Quer colaborar? Aguarde e saberá como.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Abertas novas inscrições Seminário Internacional Água e Transdisciplinaridade

release dos organizadores


Diante da grande procura do público, o evento acolherá maior número de participantes no Museu Nacional.
O 1º Seminário Internacional Água e Transdisciplinaridade: para uma ecologia de saberes, que visa discutir a relação da humanidade com a água sob uma perspectiva transdisciplinar*, recebe novas inscrições. As 300 vagas inicialmente disponíveis para participação no evento, que acontecerá em Brasília de 09 a 11 de novembro, foram preenchidas em apenas duas semanas. Por isso, os membros do Centro de Estudo Transdisciplinar da (CET Água), responsáveis pela realização do Seminário, transferiram as atividades dos dias 10 e 11 de novembro para o Museu Nacional da República, na Esplanada dos Ministérios, Brasília. A nova localização possibilitará a inclusão daqueles que aguardavam em lista de espera e também a participação de novos interessados. A abertura do evento será no dia 09 de novembro no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal.
O Seminário é também um evento preparatório para o 6º Fórum Mundial da Água, que acontecerá em Marselha, França, em março de 2012. O evento brasileiro inicia uma série de diálogos entre de especialistas e sociedade, em busca de se compreender o papel da água na atual conjuntura socioambiental e econômica. Os participantes do seminário serão convidados refletir sobre as bases da relação humana com a água e sobre os modelos de uso e preservação do elemento, sob uma perspectiva transdisciplinar. Serão apresentados artigos e pôsteres científicos, além da realização de oficinas, conferências, mesas redondas, círculos de diálogos e momentos culturais.
Os interessados em participar do seminário podem se inscrever gratuitamente pelo site  ou no local do evento, até que as vagas sejam preenchidas. A programação completa e mais informações estão disponíveis no site http://www.ana.gov.br/seminarioIAT.
O evento insere-se no contexto das ações da Década Mundial da Água (2005 - 2015), instituída pela Organização das Nações Unidas que, entre outras abordagens, promove a discussão e reflexão sobre a relação entre água e cultura.
Saber transdisciplinar* e a água
O Seminário visa ampliar o olhar sobre a água, pelo estímulo à visão transdisciplinar, que vai além das disciplinas e das outras formas de fragmentações da realidade. A transdisciplinaridade também parte do princípio de que não há saberes, espaços ou tempos culturais privilegiados que permitam julgar ou hierarquizar expressões culturais. Por isso, favorece a construção de uma postura de respeito às diversidades, de solidariedade e de busca por relações sustentáveis em sociedade e com a natureza.

O CET-Água
O Centro de Estudo Transdisciplinar da Água (CET-Água) é um grupo de trabalho constituído por meio de um acordo de cooperação entre dez instituições governamentais e não governamentais com o objetivo de somar esforços para o desenvolvimento do saber transdisciplinar sobre água. As frentes de atuação do grupo são variadas e um importante objetivo é fomentar novas tecnologias e conhecimentos relativos às propriedades naturais da água, métodos de conservação ambiental, ética de uso e gestão.
Compõem o CET-Água: a Agência Nacional de Águas (ANA), a Ararazul - Organização para a Paz Mundial, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), o Instituto Calliandra de Educação Integral e Ambiental, o Instituto Oca do Sol, o Instituto de Saúde Integral (ISI), a Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), a Fundação Universidade de Brasília (FUB), a Fundação SOS Pró-Mata Atlântica e o WWF-Brasil.
Mais informações

Armazém Produções
Armazém Produções e Eventos
Fone/Fax: (61) 3340.0398

Seminário Internacional preparando Rio+20 Conferência das Naçōes Unidas sobre desenvolvimento sustentável

As três perguntas de Edgar Morin que pautaram o evento:

- Como manter sob controle uma especulação financeira que se tornou mais poderosa que os Estados e os Povos?

- Como fazer crescer uma economia verde, ao mesmo tempo equitativa, social e solidária, e fazer decrescer a economia nociva, que polui, desperdiça e destroi?

- Como, ao mesmo tempo, ensinar nossa solidariedade indefectível com a biosfera e enfrentar a complexidade dos problemas planetários?

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A Conferência Rio+20

Fonte: http://www.onu.org.br 

 

 

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável está sendo organizada em conformidade com a Resolução da Assembleia Geral da ONU 64/236 (A/RES/64/236). A Conferência ocorrerá no Brasil dias 4, 5 e 6 de junho de 2012, marcando o 20º aniversário da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED), organizada no Rio de Janeiro em 1992, e o 10º aniversário da Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável 2002 (WSSD), em Johanesburgo. Está sendo esperada a participação de mais de uma centena de Chefes de Estado e de Governo, além de representantes da sociedade civil e do setor privado. 

A expectativa é que a Conferência resulte em um documento abrangente e com foco político. O objetivo da Rio+20 é garantir um compromisso renovado da comunidade internacional para o desenvolvimento sustentável, avaliar o progresso alcançado nos últimos dez anos, identificar as lacunas na implementação dos resultados das cúpulas anteriores sobre desenvolvimento sustentável, bem como enfrentar os desafios novos e emergentes.
Mais detalhes e documentos de referência podem ser acessados na página oficial da Rio+20: http://www.uncsd2012.org/rio20/

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O que foi o Rio +10?

Originariamente chamado "Cúpula Mundial  sobre Desenvolvimento Sustentável", o Rio +10 foi realizado em 2002. Seu principal objetivo foi discutir soluções já propostas no Rio 92, para que fossem aplicadas não só pelo governo como também pelos cidadãos.

Procurava meios para que as nações cooperassem entre si, para lidar com problemas ambientais globais, tais como a poluição, a mudança climática, a camada de ozônio, desmatamento, desertificação e degradação do solo, resíduos perigosos, e a perda da diversidade biológica. 

A conferência resultou na elaboração da Agenda 21, um programa de ações a nível internacional, sobre questões ambientais e desenvolvimentistas, voltado à cooperação internacional e ao desenvolvimento de políticas para o Século XXI. 

Suas recomendações incluíram novas abordagens de educação, preservação de recursos naturais e participação no planejamento de economias sustentáveis.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Lançamento da coletânea - Universidade para o século XXI: Educação e Gestão Ambiental na Universidade de Brasília

Lançamento, dia 07 de outubro, sexta-feira, 15h, Faculdade de Educação, Sala Papirus, Campus Darcy Ribeiro, Brasília, DF



            O lançamento da coletânea Universidade para o século XXI: Educação e Gestão Ambiental na Universidade de Brasília será promovido pelo Decanato de Extensão em parceria com o Núcleo da Agenda Ambiental da UnB. A obra organizada pelos autores: Philippe Pomier Layrargues, Vera Margarida Lessa Catalão e Izabel Cristina Bruno Bacellar Zaneti reúne mais de 10 artigos a respeito das atividades desenvolvidas pela Agenda Ambiental da universidade. O livro insere-se na temática universidade sustentável. Ao longo do evento ocorrerá um debate com os autores e um coquetel comemorativo.

Data: Sexta-feira, 07 de outubro de 2011.
Local: Sala 2 Candangos (FE/UnB)
Horário: 15h-17h

Programação disponível em: http://www.naa.unb.br
http://www.semanauniversitaria.unb.br/


Contatos:
Fones: (61) 3107-0320/0321
Site: www.unb.br/naa
Blog: naaunb.wordpress.com
E-mail: agendaambiental@unb.br

Sobre como montar o chassi de um Veículo Elétrico em 5 noites

O Projeto Ciclar começou a montar o Ciclar Veículo Elétrico  em uma noite de sexta-feira, dia 30 de setembro de 2011, no SG 9, Campus Darcy Ribeiro.

Passadas 5 noites, literalmente em claro, o chassi foi exposto em frente ao auditório principal da Faculdade de Tecnologia, para deleite dos jovens inovadores, seus professores, amigos e apoiadores.

Quer saber como isso foi possível? Quer saber até que ponto esse projeto pretende chegar?

Acompanhe em www.projeteciclar-unb.blogspot.com/twitter @projetociclar e facebook/projetociclar.

No facebook do projeto Ciclar vc verá o album completo da montagem do chassi.

Aqui, duas fotos para dar uma ideia do que significaram essas 5 noites de trabalho.

O início, na noite do dia 30 de setembro de 2011:


E, por fim, o chassi completo, no dia 04 de outubro de 2011:

Bem, se acha esse tema inovador - e é - continue a acompanhar esse projeto.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Ciclar expõe chassi do veículo elétrico sorteia o prêmio da rifa

O Projeto Ciclar Veículo Elétrico expôs o chassi do carro hoje no pátio da FT/UnB.

Uma vitória dessa aguerrida equipe. Acompanhe via facebook/perfil projetociclar ou pelo twitter @projetociclar

Ao lado da exposição do chassi,foi feito o sorteio da rifa.A rifa, que custava R$ 1,00 cada bilhete, foi feita para arrecadar fundos para o projeto.

Aqui,o link p o sorteio:

http://www.youtube.com/watch?v=wznOCgzgr8Q

O sorteado foi o estudante Tiago Oliveira Rodrigues.